Você saiba,
aquilo, faço bem nos avisos,
pois que seguí descobrindo,
embora sem a proficiência querida,
como sair de fininho
sem a vida perceber.
E como quero doer pouco,
ao invés
de num dia só doer tudo,
será, tal feito, como nuvem:
quando ver já foi.
é de outra forma.
Ao menos eu pretendo.
Então, faço bem, nos avisos.
Tão triste que soe ameaça.
Tão triste imprimir-se em mentira,
fogo de palha, pirraça.
Ao menos aviso.
Minha voz monotônica, por vezes semi-percebida,
como barulho de qualquer coisa lá fora,
que mais do que bom saber que você tem também
os seus de carência!
e os seus de exigir!
E por mim respeitados.
Com isso,
não constate não...
Que vais a ficar pequena!
E que num só tom, minha voz,
descreva uma música bem complexa.
Que embora presumas unicamente melancolia,
seja de uma constatação tão dura e fria,
Mas a mais importante.
No mundo dos esqueletos de nossa essência, mais crua e imutável,
que compõem nosso cerne do mais invariável que somos,
ou o que dizem ser espirito,
em que adianta pôr a mão?
Há coisa que não, vale não, insistir!
Há de se frustrar como o inafetável.
Embora eu ainda teime e o faça e persista
pelo medo antigo de ser sozinho,
e por uma inerente esperança um tanto burra.