Neste espaço, apenas poesias que desisti de finalizar, e que estavam abandonadas por anos no computador, e que por isso, não foram para o blog Algo turvo.
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Não preciso de passaporte

Sou o que sofre
por quê, simples, penso?
Em ser ação, condição,
se sou, estou...
Pensar num não sê-lo, como então?
Motivações minhas, que tantas poucas perdas tive:
É que nesse mundo, onde o passaporte de embarque é conteúdo,
quando não material, simbólico,
o Não Ser dói
e o Ser também.
E encontrei minha fórmula de vida,
Mágica-secreta-e-linda.
É simples: da vaidade desfazer-se.
Frustrado quero dá-la a quem tem medo de provar.
Não posso exigir tanto assim não,
de gente que nasceu um dia desses.