Neste espaço, apenas poesias que desisti de finalizar, e que estavam abandonadas por anos no computador, e que por isso, não foram para o blog Algo turvo.
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As Vezes As Vezes

As vezes amo.
As vezes não,
se impera a confluência quase initerrupta de meus rancores...
e ela é um bebezinho.

E quando me vem a ser "O desastre"?
Ou, quando, por se ter medo do escuro, resiste-se a todo o horror de nossas coisas tão turvas, ela consegue ser alguma claridade me consolando,
as vezes amor.
Porêm
tantas vezes
pavor.

As vezes a amo,
as vezes não tanto:
A singeleza de teus pequenos desleixos...
A pouca poesia em teus descasos...
A beleza do mistério nos teus caminhos...

As vezes quero,
as vezes não sei,
quando me é distante por ser tão presente...
quando me abordam tuas furias e contrastes tão discrepantes...
E ela está sozinha mais do que tudo.