Neste espaço, apenas poesias que desisti de finalizar, e que estavam abandonadas por anos no computador, e que por isso, não foram para o blog Algo turvo.
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Ela não precisa saber

No final ela não precisa nem saber o quão sofri.
A noite inteira.

(Meio que mandando embora mais do que o que ia,
de madrugada, com gosto, até vomitei, na rua, sozinho.)

Havia uma figura torta de perda burra.
(Que ela já sabe bem óbvia.)

No final ela não precisa saber é de nadinha.
No final.. No começo..
Aliás: precisar precisar ela nunca precisou saber de nada.

Já que o que ela retém é um intenso mistério.